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Trump adia reinício de ataques ao Irã em meio à diplomacia de última hora

Trump adia ataques ao Irã para ampliar espaço diplomático, fixando novo prazo para Teerã apresentar acordo nuclear

As opções militares permanecem em discussão, mas a guerra é vista como impopular e custosa
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  • Donald Trump adiou a ordem de ataques contra o Irã para tentar uma solução diplomática; ele dizia que estava a uma hora de agir, com a frota de guerra almost pronta.
  • Ele estabeleceu um novo prazo para Teerã apresentar um acordo aceitável para encerrar a crise, falando em dois ou três dias, possivelmente no início da próxima semana.
  • Líderes do Golfopediram moderação e pressionaram os EUA a atrasar qualquer ofensiva para verificar possibilidades diplomáticas, citando riscos de retaliação iraniana.
  • Planos militares continuam prontos para uma nova campanha, com possibilidade de mudança de nome da operação; autoridades discutem ações legais para contornar a Lei de Poderes de Guerra.
  • O Irã mantém exigências centrais sobre enriquecimento de urânio, dificultando avanços diplomáticos apesar dos sinais de moderação promovidos pelos aliados regionais.

Os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, adiariam temporariamente a retomada de ataques ao Irã para permitir espaço a negociações diplomáticas. A decisão foi anunciada na segunda-feira (18) e estendeu o prazo para Teerã apresentar um acordo sobre seu programa nuclear, no contexto de tensões na região.

Trump afirmou, na terça-feira (19), que a frota dos EUA na região está prontíssima para ações, mas que decidiram dar mais tempo às conduções diplomáticas. Fontes oficiais regionais disseram não haver confirmação de ataques iminentes no momento.

A decisão ocorreu após contatos entre a Casa Branca e líderes do Golfo, que teriam pedido moderação para verificar a possibilidade de acordo diplomático. Autoridades regionais destacaram que uma retaliação iraniana poderia afetar bases e infraestrutura críticas da região.

Em Washington, o posicionamento de Trump foi de buscar uma saída negociada. O presidente citou o objetivo de alcançar um acordo em poucos dias, com perspectivas de que as negociações avancem para encerrar a guerra.

As deliberações sobre ações militares permaneceram em alta na Casa Branca, com planos detalhados de uma campanha aérea multifásica caso haja retomada de hostilidades. Conselheiros militares foram consultados para possíveis opções.

Líderes do Golfo, em conversas separadas com representantes dos EUA, pediram cautela e a continuidade dos contatos diplomáticos. A pressão regional visa evitar retaliações iranianas que poderiam afetar a segurança energética da região.

Mesmo com a pausa, o Irã mantém exigências centrais não recuadas, especialmente em relação ao enriquecimento de urânio. A avaliação é de que as dificuldades para fechar um acordo continuam, mantendo o cenário técnico de impasse.

Entre integrantes do governo americano, o debate sobre o timing e a forma de eventual retaliação prosseguia. Vance, Rubio, Ratcliffe e Witkoff tiveram reuniões sobre a posição dos EUA e a possibilidade de avançar com ou sem apoio do Congresso.

Planos de atuação contra o Irã permanecem prontos para uso. A expectativa é de que a operação possa ser reativada com nome diferente, o que abriria caminho para contornar a exigência de aprovação legislativa.

O secretário de Defesa afirmou que o cessar-fogo vigente determina o relógio legal de 60 dias, caso haja reinício de uma ofensiva. A avaliação de risco e as opções ainda são avaliadas pela administração.

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