- Médico americano com Ebola recebe tratamento com anticorpos monoclonais na Alemanha, cerca de quatro dias após o primeiro teste positivo.
- Peter Stafford apresentava febre, tontura, vertigem e náusea; a melhora ocorreu em um dia.
- A confirmação veio de Matt Allison, diretor-executivo da Serge, organização para a qual o médico trabalhava no Congo.
- Stafford começou a apresentar sintomas em dezesseis de maio e testou positivo para a variante Bundibugyo; foi colocado em quarentena e transferido para tratamento na Alemanha.
- Seis contatos de alto risco, incluindo a esposa e quatro filhos, estão a caminho de hospitais europeus para observação; isolamento de vinte e um dias para quem teve contato.
Um médico americano infectado com Ebola está recebendo tratamento com anticorpos monoclonais na Alemanha, cerca de quatro dias após o primeiro teste positivo para o vírus.
A confirmação foi feita à CNN por Matt Allison, diretor-executivo da Serge, organização humanitária para a qual o médico trabalhava. Ele afirma que Stafford permanece communicável e em estado estável, com tratamento em curso.
Segundo Allison, o doutor Stafford apresenta febre, tontura, vertigem e náusea, sintomas típicos da doença. Em um dia, houve melhora parcial, e ele destaca que o paciente ainda depende de apoio para atividades básicas.
Contatos de alto risco
Seis contatos de alto risco, incluindo a esposa Rebekah Stafford e os quatro filhos do casal, estão a caminho de hospitais europeus para observação médica. O Centro de Controle de Doenças dos EUA confirmou a etapa de monitoramento.
A esposa, também médica, foi possivelmente exposta a um paciente com Ebola, conforme a confirmação de Allison. A equipe de saúde segue protocolo de isolamento de 21 dias para quem teve contato com o vírus.
Contexto e desdobramentos
Stafford atuava em um hospital na República Democrática do Congo, quando a Organização Mundial da Saúde declarou emergência de saúde pública no domingo anterior. No dia 9 de maio, ele realizou uma cirurgia com proteção padrão e continuou trabalhando.
O paciente sob observação testou positivo para a variante Bundibugyo em 16 de maio, momento em que autoridades colocaram todos os contatos em quarentena. Ele foi transferido para tratamento especializado na Alemanha em 20 de maio.
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