- Quarenta e dois aeronaves militares foram perdidas desde o início da guerra com o Irã, o maior número desde a Guerra do Golfo de 1991.
- O prejuízo estimado é de US$ 2,6 bilhões.
- A análise do Serviço de Pesquisa do Congresso aponta uma taxa de perdas de 1,07 veículo por dia, frente a 0,11 por dia na Guerra do Iraque (2003-2011).
- Drones MQ-9 Reapers: 24 destruídos, cada unidade valendo cerca de US$ 56 milhões, com interrupção de produção da fabricante General Atomics em 2025.
- Além disso, houve perdas de outros equipamentos, como helicóptero HH-60 e A-10, e incidentes com F-15 atingidos por fogo amigo no Kuwait; gasto total da guerra estimado em US$ 29 bilhões pela Força Aérea.
Os EUA perderam ao menos 42 aeronaves desde o início da guerra com o Irã, segundo relatório do Congresso. A estimativa aponta o maior número desde a Guerra do Golfo, em 1991, com prejuízo de cerca de US$ 2,6 bilhões.
O estudo, elaborado pelo Serviço de Pesquisa do Congresso (CRS), indica que o conflito iniciado sob a gestão de Donald Trump registrou a maior taxa de perdas aéreas em guerras modernas: cerca de 1,07 veículo destruído por dia.
Imagens divulgadas por redes iranianas mostram drones MQ-9 Reaper sendo derrubados, com 24 unidades destruídas. Cada Reaper vale cerca de US$ 56 milhões, elevando o custo caso o valor de cada aeronave seja considerado somado ao total.
Além dos drones, o Irã também atingiu outros ativos da Força Aérea dos EUA, como um helicóptero HH-60 e aeronaves A-10. Houve ainda destruição de veículos não relacionados a ataques, incluindo casos de fogo amigo e acidentes.
Os números levantam preocupações sobre o impacto econômico e estratégico, especialmente pela alta dependência de aeronaves não tripuladas em operações modernas e pela produção interrompida de sensores pela fabricante.
O CRS aponta que, apesar do elevado custo, o total gasto com o conflito, estimado em US$ 29 bilhões, foi compilado a partir de informações parciais do Pentágono. A falta de transparência também é indicada no relatório.
O documento ressalta que o debate no Congresso ganhou peso pela comunicação inicial da guerra sem validação parlamentar, elevando a atenção a procedimentos de aprovação e supervisão orçamentária.
Entre na conversa da comunidade