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Afogamento e correntes provocam morte de turistas em mergulho nas Maldivas

Cinco mergulhadores italianos morrem nas Maldivas durante mergulho profundo a cinquenta metros, enfrentando correntes fortes e visibilidade baixa

Mergulhador major Mohammed Mahudhee enquanto ajudava nas buscas
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  • Cinco mergulhadores italianos morreram ao explorar cavernas a cerca de cinquenta metros de profundidade no Atol de Vaavu, Maldivas; os corpos foram recuperados no fim de semana e o acidente é considerado o pior do arquipélago.
  • O grupo era experiente, mas enfrentou mar agitado, fortes rajadas de vento, correntes fortes e baixa visibilidade durante o mergulho.
  • A caverna em questão possui três câmaras conectadas por passagens estreitas, túneis subaquáticos e recifes; o mergulho profundo excedia o limite recreativo de trinta metros.
  • Eles solicitaram socorro por volta das treze horas e quarenta e cinco minutos locais e não retornaram à superfície; entre as hipóteses estão a toxicidade do oxigênio dentro da cavidade.
  • A operação de resgate foi suspensa após a morte de um mergulhador por doença descompressiva; as vítimas incluem Monica Montefalcone, Giorgia Sommacal, Muriel Oddenino di Poirino, Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri.

Cinco mergulhadores italianos morreram nas Maldivas após nadar a cerca de 50 metros de profundidade em busca de uma caverna no Atol de Vaavu. Os corpos foram recuperados no fim de semana, em meio ao pior acidente registrado no arquipélago, segundo as autoridades. O grupo mergulhava em condições de mar agitado e ventos fortes, quando houve a tragédia na quinta-feira, 14.

A expedição visava explorar cavernas a 50 metros de profundidade. Embora tivessem permissão para mergulhos profundos, a equipe enfrentou um ambiente marcado por correntes fortes, baixa visibilidade e passagens estreitas entre câmaras. Não está claro se todo o equipamento necessário estava em conformidade com o mergulho solicitado.

O grupo pediu socorro por volta das 13h45, horário local, e não retornou à superfície. A hipótese de oxigênio tóxico no interior da caverna também é discutida entre autoridades. Uma operação de resgate de alto risco foi interrompida após a morte de um mergulhador por descompressão grave, após ser levado a um hospital.

Vítimas e perfis

Entre os mortos estão Monica Montefalcone, professora associada de Ecologia da Universidade de Gênova, e sua filha Giorgia Sommacal, estudante de Engenharia Biomédica. Também foram vítimas Muriel Oddenino di Poirino, pesquisadora de Turim; o instrutor Gianluca Benedetti, de Pádua; e Federico Gualtieri, instrutor de mergulho e recém-formado em Biologia Marinha pela mesma universidade italiana.

Contexto e cenário local

O arquipélago das Maldivas reúne 1.192 ilhas e atóis, espalhados por cerca de 800 quilômetros no Oceano Índico. O país é conhecido como destino turístico de luxo e atrai mergulhadores por suas águas claras e recifes.

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