- Putin afirmou que o conflito na Ucrânia pode estar chegando ao fim e agradeceu quem facilita as negociações, dizendo que isso diz respeito apenas a Rússia e à Ucrânia.
- O presidente russo citou a possibilidade de dialogar com europeus e mencionou Gerhard Schröder como figura de preferência.
- Em reunião com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, Putin afirmou que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, estaria pronto para um encontro pessoal.
- No discurso do Dia da Vitória, Putin justificou a guerra, criticou a Otan e exaltou os soldados russos.
- Um cessar-fogo de três dias entre Rússia e Ucrânia, apoiado por Moscou e Kiev, prevê a troca de 1.000 prisioneiros.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou neste sábado que acredita que o conflito na Ucrânia pode estar perto do fim. A declaração foi veiculada pela Reuters e associada a facilitação de negociações entre Rússia e Ucrânia.
Putin disse que agradece quem ajudou a facilitar as negociações, mas ressaltou que a decisão é exclusiva de Rússia e Ucrânia. Questionado sobre diálogo com europeus, citou como favorito o ex-chanceler alemão Gerhard Schröder.
O líder russo ainda informou ter se encontrado com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, após o desfile anual do Dia da Vitória, e citou a possibilidade de encontro pessoal com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
Putin reforçou que o diálogo pode ocorrer em um terceiro país, somente se houver um acordo de paz duradouro. A afirmação ocorreu durante declarações após a reunião com Fico em Moscou, em 9 de maio de 2026.
Durante o desfile do Dia da Vitória, Putin fez um discurso de cerca de oito minutos, defendendo a guerra na Ucrânia e criticando a Otan. O presidente reforçou a justiça da causa russa e a vitória da nação.
Neste fim de semana, foi divulgado um cessar-fogo de três dias entre Rússia e Ucrânia, com apoio de Washington, Kiev e Moscou. As partes também concordaram em trocar mil prisioneiros.
Trump sinalizou que gostaria de prorrogar a trégua. As negociações anteriores vinham sendo utilizadas para tentar evitar ataques a Kiev, com Moscou sugerindo evacuação de equipes estrangeiras caso houvesse nova ofensiva.
O governo ucraniano afirmou estar atento a qualquer violação de cessar-fogo. Zelenskiy publicou decreto irônico permitindo que o desfile russo prosseguisse, afirmando que as armas ucranianas não atingiriam a Praça Vermelha.
Com informações da agência Reuters, o noticiário descreve um contexto de tensões entre Rússia e Ucrânia, com várias linhas de negociação em andamento, desfiles militares e posições de líderes internacionais.
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