- A FIFA anunciou o fim da parceria com a Panini após quase seis décadas, com os álbuns oficiais deixando de ser colecionáveis a partir de 2031.
- A entidade fechou acordo global com a Fanatics, empresa norte‑americana, para assumir os direitos dos itens colecionáveis ligados aos torneios a partir de 2031.
- A colaboração entre FIFA e Panini começou antes da Copa do Mundo de 1970, no México, e moldou a cultura das Copas por décadas.
- Com o tempo, os álbuns ganharam espaço entre colecionadores, e edições antigas podem valer valores elevados, como um álbum de 1970 vendido por mais de 10 mil libras em 2017.
- A transição terá efeito após a Copa do Mundo de 2030, que marcará o centenário do torneio.
A FIFA anunciou o fim da parceria de quase 60 anos com a Panini e a adoção de um novo modelo para os colecionáveis oficiais da Copa do Mundo. A partir de 2031, os álbuns de figurinhas deixaram de ser produzidos pela empresa italiana.
O acordo envolve três partes: FIFA, Panini e Fanatics, gigante norte-americana de itens esportivos. A mudança passa a valer após a Copa do Mundo de 2030, que completará o centenário do torneio.
A decisão encerra uma relação histórica que começou antes do Mundial de 1970. Os álbuns da Panini moldaram gerações de torcedores e ganharam valor colecionável com o tempo.
Nova fase dos colecionáveis: Fanatics assume direitos
Fanatics ficará responsável pelos direitos globais dos colecionáveis oficiais da FIFA a partir de 2031. A transição marca uma mudança significativa no mercado de material oficial das Copas do Mundo.
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