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Eletrofunk de Goiânia vira ritmo do after dos rodeios

Do rodeio às pistas noturnas, o eletrofunk goiano se firmou como ritmo de after, impulsionado por DJs locais e sucesso nas paradas

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  • O eletrofunk nasceu em Goiânia e ganhou espaço nos palcos de rodeio, virando o “after” das festas sertanejas com batidas que misturam funk, eletrônico e vibe sertaneja.
  • Três nomes aparecem como referências: Brenno Paixão, com a linha “Eletrônico Universitário”; Jiraya Uai, o “Cowboy do Eletrofunk”; e Wam Baster, o “Rei do Eletrofunk”, este último atribuídos como pioneiro da cena.
  • Brenno destaca o som como técnico e sensorial, com ênfase no grave; Jiraya aposta na irreverência e na nostalgia, incluindo referências a modão e desenhos animados; Wam Baster afirma que o segredo foi abraçar a identidade regional.
  • As redes mostram o impacto: Jiraya Uai tem quase 2 milhões de seguidores no Instagram e o hit “Olha o Trem” passa de 70 milhões de streams; Brenno Paixão tem mais de 100 milhões de visualizações no YouTube e cerca de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify; Wam Baster supera 200 milhões de reproduções.
  • O eletrofunk já divide palcos com grandes sertanejos, como Gusttavo Lima, Henrique & Juliano e Jorge & Mateus, e domina o Top 50 de Goiânia, sinalizando que o ritmo ganhou raiz local e projeção nacional.

O eletrofunk de Goiânia ocupa espaço no after de rodeios e grandes festas, substituindo a virada de palco de ritmos sertanejos. O fenômeno nasceu nas ruas da cidade e ganhou força em paredões de som, diffusionando-se para palcos e plataformas digitais.

A cena goiana apresenta nomes centrais que moldam o estilo. Brenno Paixão valoriza a fusão entre funk, eletrônico e elementos sertanejos, ressaltando a ênfase no grave como experiência sensorial. Já Jiraya Uai, o “Cowboy do Eletrofunk”, aposta na irreverência e na nostalgia, com shows que mesclam modões, batidas e referências populares.

O pioneirismo é creditado a Wam Baster, conhecido como o “Rei do Eletrofunk”. Com mais de 11 turnês internacionais, ele defende que a identidade regional foi fundamental para o sucesso, criando um som mais agressivo, voltado ao público local acostumado com carros de som. A consolidação regional é parte central da narrativa.

A presença online demonstra a alcance do movimento. Jiraya Uai soma quase 2 milhões de seguidores no Instagram e seu hit Olha o Trem ultrapassa 70 milhões de streams. Brenno Paixão tem mais de 100 milhões de visualizações no YouTube e cerca de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify. Wam Baster ultrapassa 200 milhões de reproduções.

A influência de Goiânia se estende aos grandes nomes do sertanejo. Gusttavo Lima, Henrique & Juliano e Jorge & Mateus já dividem palcos com DJs de eletrofunk e participam de colaborações que acumulam milhões de reproduções. A força do gênero fica evidenciada pelo domínio do Top 50 local.

Impacto cultural e alcance

A cena goiana fortalece um circuito de eventos com forte participação de fãs de carro de som, além de ampliar a circulação de conteúdos nas redes. A identificação com a região aparece como diferencial ante propostas de outros estados. Enquanto isso, o eletrofunk segue ganhando espaços em festivais e listas de reprodução.

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