- Inflação mensal de dois vírgula um por cento em maio, menor nível desde setembro de 2025, segundo o Indec; o dado é visto como sinal positivo para o governo de Javier Milei.
- IPC acumula alta de catorze vírgula sete por cento nos primeiros cinco meses do ano.
- Inflação em doze meses chegou a trinta e três vírgula dois por cento em maio, frente a trinta e dois vírgula quatro por cento em abril.
- Preços sazonais subiram três vírgula cinco por cento, impulsionados principalmente pelos vegetais, enquanto as frutas tiveram queda.
- Entre os componentes, custos regulados avançaram dois vírgula quatro por cento (combustíveis, eletricidade e água) e as maiores altas por grupo de despesa foram Comunicação, com três vírgula quatro por cento, e Educação, com dois vírgula nove por cento.
O IPC da Argentina desacelerou pelo segundo mês seguido, ficando em 2,1% em maio. O dado, divulgado pelo Indec, ocorre no âmbito de uma política de combate à alta de preços do governo de Javier Milei. O aumento mensal mantém a inflação em 14,7% nos cinco primeiros meses do ano.
Na comparação anual, a inflação chegou a 33,2% em maio, ante 32,4% em abril. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que projetava alta de 2,3% conforme a REM, pesquisa do Banco Central.
Entre os itens, os preços sazonais tiveram a maior pressão, em 3,5%, puxados principalmente pelos vegetais. Frutas apresentou queda. Os preços regulados subiram 2,4%, refletindo reajustes em combustíveis, eletricidade e serviços de água.
Componentes do IPC
A maior variação por grupo de despesa foi em Comunicação, com alta de 3,4%, sustentada pelos serviços de telefonia. Educação subiu 2,9%, apontando para impactos em tarifas e materiais educativos.
Por outro lado, Vestuário e calçados avançou 0,3%, enquanto bebidas alcoólicas e tabaco tiveram alta de 0,8%, registrando as menores variações entre os componentes do índice.
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