Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Endividamento das famílias chega a 81,6% em maio, maior desde 2015

Endividamento das famílias sobe a 81,6% em maio, recorde desde 2015, com cartão de crédito em 84,6% e juros do rotativo em 428,3% ao ano

O endividamento das famílias brasileiras bateu um novo recorde pelo 5º mês seguido e chegou a 81,6% em maio
0:00
Carregando...
0:00
  • O endividamento das famílias brasileiras atingiu 81,6% em maio, o maior patamar da série histórica iniciada em 2015, com alta de 0,7 ponto percentual em relação a abril.
  • O cartão de crédito continua sendo a modalidade mais usada (84,6%), seguido pelos carnês de loja (16,1%) e pelo crédito pessoal (13,1%).
  • A CNC alerta que o cartão de crédito carrega juros elevadíssimos, com taxa de 428,3% ao ano no crédito rotativo.
  • O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac afirmou que a sequência de aumentos atinge principalmente famílias de menor poder aquisitivo, destacando a necessidade de renegociação de dívidas.
  • O governo lançou o Desenrola 2.0, em 4 de maio, com descontos de 30% a 90% sobre o principal, juros de até 1,99% ao mês e uso de até 20% do FGTS para pagamentos por trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos.

O endividamento das famílias brasileiras atingiu 81,6% em maio, o maior patamar já registrado desde o início da série histórica, em 2015. O índice subiu 0,7 ponto percentual frente a abril, marcando o quinto mês consecutivo de alta. Os dados são da Peic, da CNC, divulgados nesta quarta-feira.

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor aponta que o cartão de crédito continua a principal fonte de crédito das famílias, em 84,6%. Em seguida aparecem carnês de loja, com 16,1%, e crédito pessoal, com 13,1%. A CNC ressalta que a taxa de juros do crédito rotativo segue elevada, em 428,3% ao ano.

A instituição cita que a elevação ajuda a entender a pressão de endividamento entre famílias de menor poder aquisitivo, pela maior exposição às taxas. A CNC defende renegociação de dívidas para recompor fôlego financeiro dos consumidores.

Desenrola 2.0

O governo lançou, em 4 de maio, o Desenrola 2.0, programa de quitação de dívidas contratadas até janeiro de 2026 com atraso de 90 dias a 2 anos. Abrange cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

Descontos variam de 30% a 90% sobre o valor principal, e os juros são limitados a 1,99% ao mês. Trabalhadores com renda de até 5 salários mínimos podem usar até 20% do saldo do FGTS para quitar débitos.

A iniciativa integra um pacote de medidas do governo para reduzir o custo de vida de famílias de baixa renda e da classe média.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais