- Durante a inauguração da nova sede do Urbano Vitalino Advogados em Brasília, o presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, destacou que políticas de ampliação da conectividade aérea precisam considerar os custos operacionais do setor, com receitas em real e despesas em dólar.
- Segundo Yus, o setor é sensível às oscilações cambiais, e um ambiente de negócios mais competitivo é essencial para atrair novos operadores e fortalecer os já atuantes no Brasil.
- Ele afirmou que ainda existem dúvidas sobre os impactos da reforma tributária no setor aeroportuário, que funciona como uma “pequena cidade” com diversos contratos de longo prazo; pode haver necessidade de ajustes contratuais.
- O evento marcou a abertura da unidade de Brasília do Urbano Vitalino, que será liderada por Gilvandro Araújo, ex-presidente do CADE e ex-diretor jurídico da Infraero.
- A estratégia do escritório é ampliar atuação em temas regulatórios, concorrenciais e de infraestrutura no âmbito federal.
Durante a inauguração da nova sede do Urbano Vitalino Advogados em Brasília, o presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, afirmou que qualquer política de ampliação da conectividade aérea precisa considerar os custos operacionais do setor. O foco é tornar o ambiente de negócios mais competitivo para atrair novos operadores e fortalecer os que já atuam no Brasil.
Yus ressaltou que as companhias aéreas recebem em real, mas arcam com despesas expressivas em dólar, como combustível, peças, motores e leasing de aeronaves. Essa assimetria cambial deixa o setor especialmente sensível a variações da moeda, segundo o executivo.
Ainda segundo o presidente, a reforma tributária gera dúvidas relevantes para o setor aeroportuário. Aeroportos são comparados a pequenas cidades, com serviços, operações comerciais, contratos de longo prazo e diferentes concessionários. Ajustes contratuais podem ser necessários conforme os impactos da reforma.
Contexto da abertura da unidade
O evento marcou a abertura da unidade do Urbano Vitalino em Brasília, que ficará sob a liderança de Gilvandro Araújo, ex-presidente do CADE e ex-diretor jurídico da Infraero. A atuação do escritório mira ampliar atuação em temas regulatórios, concorrenciais e de infraestrutura.
A inauguração ocorreu na capital federal e contou com a participação de representantes do setor jurídico e regulatório. A expectativa é fortalecer a atuação da firma em questões de governança, licitações e regulação de aeroportos.
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