- O petróleo cedeu pelo segundo dia, ajudando a retirar prêmios de inflação das curvas globais.
- O Ibovespa avançou 1,8% com apoio de bancos.
- O dólar encerrou em queda de 0,74%, a R$ 5,0034.
- A leitura de maior apetite a risco global acompanhou o início dos negócios, após a imprensa reportar que o chefe do Exército paquistanês viajou a Teerã para anunciar a versão final do acordo para o fim da guerra no Oriente Médio, a ser seguida por novas conversas, segundo fontes.
O petróleo encerrou em queda pelo segundo dia seguido, influenciando a percepção de inflação nas curvas globais e sustentando o apetite por ativos de risco. A leitura de risco mais contida ajudou o pregão de início de terça-feira a ter tom mais positivo.
O Ibovespa, principal índice da B3, subiu 1,8%, puxado por ações de bancos e setores vinculados ao crédito. O recuo do petróleo contribuiu para o ajuste global de risco, que também apoiou quedas nos juros e no dólar no início dos negócios.
O dólar fechou em baixa de 0,74%, cotado a 5,0034 reais. Diversos agentes monitoraram movimentos nos contratos de petróleo, que caíram pela segunda sessão consecutive, antes de notícias sobre possíveis avanços diplomáticos no Oriente Médio. Segundo fontes da imprensa local, o chefe do Exército paquistanês viajou a Teerã para anunciar a versão final de um acordo para o fim do conflito, com novas conversas previstas.
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