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CMN aprova linha emergencial de R$ 1 bilhão para companhias aéreas

CMN libera linha emergencial de até R$ 1 bilhão para capital de giro de companhias aéreas, com juros CDI e garantia da União

Escalada dos preços do petróleo preocupa as companhias aéreas
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  • O Conselho Monetário Nacional aprovou a regulamentação da linha emergencial de crédito de até R$ 1 bilhão para o capital de giro das aéreas brasileiras.
  • Cada companhia pode acessar até 1,6% do faturamento bruto anual de 2025, com teto de R$ 330 milhões por grupo econômico; os recursos são exclusivamente para capital de giro.
  • Os empréstimos terão prazo de até seis meses, com quitação em parcela única ao final do contrato, e juros equivalentes a 100% do CDI.
  • Em caso de inadimplência, haverá juros de mora de 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor devido; o financiamento será operacionalizado pelo Banco do Brasil e o risco fica com a União.
  • Os recursos serão liberados até 28 de junho, em parcela única, direto na conta das empresas beneficiadas, para enfrentar o aumento do querosene de aviação (QAV), grande peso nos custos do setor.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira a regulamentação de uma linha emergencial de crédito para companhias aéreas, com até 1 bilhão de reais em capital de giro. O apoio visa reduzir a pressão causada pelo aumento do preço do querosene de aviação (QAV).

Podem acessar o crédito apenas empresas do setor que demonstrem os impactos da alta do combustível, comprovem capacidade de pagamento e não possuam impedimentos legais para contratar a linha. O recurso será gerido pelo Banco do Brasil.

Detalhes da linha

Cada companhia poderá usar até 1,6% do faturamento bruto anual de 2025, limitado a 330 milhões por grupo econômico, com destinação exclusiva ao capital de giro. O prazo máximo é de seis meses, com quitação em parcela única.

Condições financeiras

Os juros equivalem a 100% do CDI. Em caso de inadimplência, estão previstas mora de 1% ao mês e multa de 2% sobre o valor devido. A União assume o risco de crédito, e os recursos serão liberados em parcela única até 28 de junho.

Implementação e contexto

O financiamento será operacionalizado pelo Banco do Brasil. Os recursos serão creditados diretamente na conta das empresas beneficiadas. A medida surge junto ao histórico de alta do QAV, que tem elevado custos para as companhias aéreas brasileiras, que passaram a representar uma fatia relevante dos custos operacionais.

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