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Marcas americanas perdem espaço na China com aumento da preferência por produtos locais

Marcas americanas perdem espaço na China, com preferência por produtos locais crescendo em meio a tensões comerciais e desaceleração econômica.

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As marcas americanas estão enfrentando dificuldades na China, onde uma pesquisa da TD Cowen mostrou que a preferência por marcas ocidentais caiu para 9%, uma queda em relação aos 14% do ano passado. O estudo, feito em fevereiro de 2025 com dois mil consumidores, revelou que as marcas locais estão se tornando mais populares, especialmente em um momento de desaceleração econômica. Empresas como Estée Lauder e Nike estão em risco, com a Estée Lauder vendo sua popularidade cair de 24,3% para 19,6%. A Nike também perdeu espaço para marcas locais como Li-Ning e Anta. Além disso, a pesquisa indicou que 10% dos entrevistados esperam uma queda nos salários nos próximos meses, o que pode afetar ainda mais o consumo. No setor de cafeterias, a Starbucks está enfrentando forte concorrência de marcas locais como Luckin Coffee e teve uma queda de 6% nas vendas em lojas comparáveis na China, mostrando que o hábito de consumir café, comum nos Estados Unidos, não se firmou da mesma forma na China.

As marcas americanas enfrentam um cenário desafiador na China, com uma pesquisa da TD Cowen indicando que a preferência por marcas ocidentais caiu para 9%, uma queda significativa em relação aos 14% do ano anterior. O estudo, realizado em fevereiro de 2025, entrevistou dois mil consumidores em grandes cidades chinesas e revelou que a preferência por marcas locais está em ascensão, especialmente em um contexto de desaceleração econômica.

A pesquisa destacou que empresas como Estée Lauder e Nike estão em risco elevado. A gigante de cosméticos, embora mantenha a maior notoriedade entre as marcas ocidentais, viu sua preferência cair de 24,3% para 19,6%. No setor de vestuário esportivo, a Nike perdeu espaço para concorrentes locais como Li-Ning e Anta, que estão ganhando popularidade.

A análise da TD Cowen também apontou que a expectativa de renda dos consumidores chineses diminuiu, com 10% dos entrevistados prevendo uma queda nos salários nos próximos doze meses. Isso pode impactar ainda mais o consumo, especialmente em categorias como beleza e moda. O estudo sugere que a percepção de valor das marcas ocidentais está em declínio, com consumidores buscando produtos que considerem os melhores, independentemente da origem.

No setor de cafeterias, a Starbucks enfrenta forte concorrência de marcas locais, como Luckin Coffee, e registrou uma queda de 6% nas vendas em lojas comparáveis na China. A pesquisa indica que o hábito de consumo de café, popular nos Estados Unidos, não se consolidou da mesma forma na China, levantando preocupações sobre o futuro do mercado.

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