Álvaro Coelho da Fonseca, fundador da imobiliária Coelho da Fonseca, acredita que a presença física do corretor é fundamental na venda de imóveis, mesmo com o avanço da tecnologia. Com 50 anos de experiência, ele defende que visitar um imóvel é crucial para os compradores. Durante a pandemia, a empresa teve um aumento de 30% nas vendas de imóveis de alto padrão, aproveitando uma boa estrutura de tecnologia que permitiu o trabalho remoto. Fonseca notou que, enquanto antes os apartamentos eram mais procurados, a pandemia fez com que muitos buscassem casas maiores. Ele também relembra que a imobiliária já enfrentou crises econômicas, como a hiperinflação nos anos 80, e sempre se adaptou rapidamente. Atualmente, ele passa sua experiência para seus filhos, que cuidam das operações diárias, e acredita que a demanda por corretores vai continuar, especialmente no mercado residencial, onde a presença física é insubstituível.
Álvaro Coelho da Fonseca, fundador da imobiliária Coelho da Fonseca, destaca a importância da presença física do corretor na venda de imóveis, mesmo com a evolução tecnológica. “O imóvel residencial é o ninho do ser humano”, afirma. Com cinquenta anos de experiência, ele acredita que a visita ao imóvel é essencial para os compradores.
Durante a pandemia, a empresa se destacou com um aumento nas vendas de imóveis de alto padrão, beneficiada por uma estrutura de tecnologia da informação robusta que permitiu o trabalho remoto. A companhia cresceu 30% nesse período, com um boom na venda de casas e coberturas. Fonseca observa que, enquanto o mercado de apartamentos era mais procurado antes, a pandemia mudou essa dinâmica, com muitos buscando espaços maiores.
Ao longo de sua trajetória, a imobiliária enfrentou diversas crises econômicas, incluindo a hiperinflação dos anos 80. Fonseca relembra que, em momentos de incerteza, a empresa se adaptou rapidamente às mudanças, sempre reinvestindo os lucros em capacitação e estrutura. “Fui dormir pelo menos dez vezes achando que no dia seguinte iria quebrar”, conta.
Atualmente, Fonseca ocupa um papel estratégico na empresa, transmitindo sua experiência aos filhos, que gerenciam as operações diárias. Ele acredita que, apesar das inovações como inteligência artificial e visitas virtuais, a demanda por corretores continuará, especialmente no mercado residencial. A presença física é vista como insubstituível na experiência de compra de um imóvel.
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