- Na 27ª edição do ranking do Financial Times, três instituições brasileiras ficaram entre as 90 melhores escolas de negócios do mundo, avaliadas com base em faturamento de pelo menos US$ 1 milhão em 2025 e credenciadas pela AACSB ou Equis.
- Na classificação geral, as melhores do mundo são London Business School, HEC Paris e IESE Business School; entre os programas abertos, as brasileiras ficaram entre as top 20.
- Fundação Dom Cabral (FDC) ficou em 4º lugar, a melhor posição brasileira no top 5 mundial e única entre as brasileiras no grupo.
- Fundação Getúlio Vargas (FGV) ficou em 12º lugar, e Insper em 19º, marcas que representam avanços recentes para as escolas nacionais.
- IESE, com unidade no Brasil, aparece na 3ª posição entre os programas abertos; SKEMA Business School, com unidades no Brasil, ficou em 35º no ranking.
Na 27ª edição do ranking anual do Financial Times, três escolas brasileiras aparecem entre as 90 melhores do mundo na educação executiva. O levantamento analisou programas de matrícula aberta e personalizados, com dados de 2025.
A Fundação Dom Cabral (FDC) ficou em 4º lugar, mantendo-se no top 5 mundial pela segunda vez consecutiva. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) ficou em 12ª posição, melhorando em relação ao 27º lugar da edição anterior. O Insper chegou à 19ª posição.
A IESE Business School, de origem espanhola com unidade no Brasil, ocupa a 3ª posição entre os programas abertos. A SKEMA Business School, com unidades em Belo Horizonte e São Paulo, está na 35ª colocação.
Programas abertos e posições
Para o ranking de programas abertos, houve foco em cursos de liderança com duração mínima de três dias e cursos avançados de pelo menos quatro dias. As escolas apresentaram variações de atuação e portfólio.
No conjunto de critérios, é avaliada a interação com o cliente, o desenho do programa, métodos de ensino, corpo docente, feedback, parcerias, crescimento de receita e diversidade. Esses itens representam 80% da nota final.
Critérios e tendências
As informações do ranking são coletadas por pesquisas online com escolas participantes e ex-alunos. O estudo também considera participação feminina, internacionalização e inovação pedagógica. Segundo o ranking, houve aumento na demanda por temas de geopolítica e sustentabilidade.
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