Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Polícia prende suspeito de matar estudante em BH após ser tratado como suicídio

Engenheiro de 45 anos é preso temporariamente; suspeita que buscava herança de cerca de R$ 200 mil e tinha relação de dependência emocional com a vítima

Corpo de Giovanna Neves Santana Rocha, 22, foi encontrado por uma amiga em fevereiro na capital mineira
0:00
Carregando...
0:00
  • A Polícia Civil prendeu temporariamente, na sexta-feira (15), um engenheiro de 45 anos suspeito de matar a estudante Giovanna Neves Santana Rocha, 22, encontrada no apartamento em que morava no Savassi, Belo Horizonte.
  • O caso foi registrado inicialmente como suicídio, mas a necropsia concluiu que a morte ocorreu por asfixia mecânica direta.
  • O nome do suspeito não foi divulgado; ele teria se mudado para o apartamento da vítima após começarem o relacionamento, há cerca de quatro meses, sendo casado e pai de quatro filhos.
  • Dois dias após a morte, ele pediu o reconhecimento de união estável e, segundo a polícia, haveria interesse em uma herança estimada em cerca de R$ 200 mil.
  • Testemunhos indicam dependência emocional da vítima, com o suspeito supostamente enviando áudios para familiares dizendo que “ela morreu nos meus braços”.

A Polícia Civil prendeu na sexta-feira (15) um homem suspeito de matar a estudante Giovanna Neves Santana Rocha, 22, encontrada morta no apartamento onde morava, no bairro Savassi, em Belo Horizonte. A vítima foi localizada em 9 de fevereiro. O caso, iniciado como suicídio, passou a apontar feminicídio após perícias e depoimentos.

O suspeito, um engenheiro de 45 anos, foi detido temporariamente. A identidade dele não foi divulgada e a polícia não informou se ele já tem advogado. Após a prisão, ele não se manifestou. A corporação informou que a investigação segue em andamento.

A necropsia confirmou a morte por asfixia mecânica direta, o que contrastou com a versão inicial de suicídio. A polícia também investigou o comportamento do suspeito após o falecimento da vítima.

Segundo a delegada Ariadne Coelho, o homem teria ocupado o apartamento da vítima e pedido reconhecimento de união estável dois dias após o falecimento. Giovanna tinha cerca de R$ 200 mil a receber de herança, o que pode ter motivado o crime, segundo a autoridade.

A delegada ressaltou ainda que o relacionamento durou cerca de quatro meses. O investigado era casado formalmente e pai de quatro filhos, e teria começado a namorar Giovanna pouco antes do ocorrido. Depoimentos indicam dependência emocional e isolamento da vítima.

A polícia indicou que, durante a investigação, o suspeito passou a colocar a culpa pela morte em narrativas que não condiziam com as informações obtidas até o momento. Os investigadores seguem reunindo provas para esclarecer as circunstâncias do caso.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais