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Advogado é suspeito de matar cliente a facadas em apartamento

Advogado de trinta e dois anos é suspeito de matar cliente de quarenta e oito anos a facadas em Maringá; vítima morreu no local; suspeito está internado sob escolta após passar mal

Advogado é suspeito de matar cliente em Maringá.
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  • Rodrigo Gaulinski, advogado de 32 anos que atuava na defesa da vítima em um processo de violência doméstica, é suspeito de matar o cliente Nelson de Souza Pedro, 48 anos, a facadas em Maringá (Paraná) na noite de terça-feira, 20.
  • A vítima morreu no local do apartamento; a polícia foi acionada pela filha da vítima, que estava no imóvel acompanhada da mãe, ex-companheira de Nelson.
  • Testemunhas disseram que os dois eram amigos e costumavam consumir álcool e drogas; houve uso de substâncias e desentendimento na noite do crime.
  • O advogado passou mal durante a prisão, teve convulsões e foi levado a um hospital, onde permanece sob guarda policial.
  • A Ordem dos Advogados do Brasil, seção do Paraná, informou que uma comissão de prerrogativas acompanha a investigação.

Um advogado de 32 anos é suspeito de matar o próprio cliente a facadas na noite de terça-feira, 20, em Maringá, no Paraná. A vítima, Nelson de Souza Pedro, de 48 anos, morreu no local após levar diversos golpes dentro do apartamento onde morava.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito é Rodrigo Gaulinski, que atuava na defesa de Nelson em um processo de violência doméstica. A ocorrência foi registrada após a filha da vítima acionar a polícia; ela estava no imóvel com a mãe, ex-companheira de Nelson, no momento do crime.

De acordo com testemunhas, os dois homens eram amigos e costumavam consumir álcool e drogas no local. A investigação aponta uso de substâncias na noite do crime e um desentendimento entre eles. Quando a equipe chegou, Nelson já havia sido ferido, e o Samu tentou socorro, sem sucesso.

O advogado passou mal ao ser preso, com convulsões e vômitos, e foi encaminhado a um hospital de Maringá, onde permanece sob cuidados médicos e guarda policial. Ele está sob escolta da Polícia Militar.

Acompanhamento institucional

Conforme informações do portal G1, a OAB/PR informou ter sido comunicada sobre o caso na manhã desta quarta-feira. Uma comissão de prerrogativas da instituição acompanha a investigação na delegacia.

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